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A combinação de pão e vinho rende lucro onde quer que esteja, mas é preciso saber como fazer a exposição correta para facilitar a compra e conhecer outras combinações para a bebida. Confira aqui como utilizar a dupla para gerar lucro em sua panificadora.

 
Zé Catral
 
Fonte: Sebrae
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 13 de julho de 2012.

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O inverno começa no Brasil dia 21 de junho e fica até 23 de setembro. Que tal usar esses três meses gelados para aumentar o faturamento do seu supermercado? Seus aliados são achocolatados, vinhos, cafés, chás, sopas, fondues, molhos e produtos específicos para as festas juninas. Supermercados que possuem setores de vestuário, cama, mesa e banho também podem usá-los para alavancar as vendas.

Luiz Carlos Costa, diretor regional do Grupo Pão de Açúcar, dá a dica: “É importante dar um destaque maior para os produtos de inverno. Ações promocionais são boas táticas. Um exemplo é a degustação, pois, a partir do momento que o consumidor degusta e aprova, ele acaba comprando”. Segundo Costa, promoções, ofertas e degustação de produtos são excelentes puxadores de vendas. A degustação serve também parar quebrar a resistência do cliente e o ajuda a descobrir novos produtos, elevando as vendas.

Outra área que deve ser explorada é a de produtos juninos. Pipoca, canjica, amendoim, coco e outros tradicionais nas festas Juninas são importantes, além da decoração típica, que atrai a atenção do cliente e garantem a boa rentabilidade.

Algumas redes adotaram a época como a estação do café e promoverem festivais de café com promoções, seções de degustação e exposições temáticas, chamando os amantes da bebida para a loja e, consequentemente, aumentando suas vendas. Não é para menos: durante o inverno, as vendas de café têm crescimento de 10%. Pesquisa realizada pela Abic (Associação Brasileira de Indústria de Café) em 2011 mostra que o café é o alimento mais consumido diariamente por 78% da população acima de 10 anos, e a Região Nordeste é a maior consumidora, seguida da região Sudeste. Segundo a pesquisa, a previsão é de que haja crescimento de 50% no consumo das classes A e B, até 2015.

Não perca tempo! Faça seu planejamento de ações e promoções e fature!

 
Zé Catral
 
Fonte: Revista Gôndola
Fotos: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 10 de maio de 2012.

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Ao montar a carta de um restaurante deve ser levado em conta não só a grande qualidade dos vinhos escolhidos, mas também a excelência na harmonização dos pratos. Uma boa carta busca promover a compatibilidade entre o peso dos vinhos aliado ao peso dos alimentos.

 

Existem muitas formas de montar uma carta de vinhos, mas entende-se que é melhor que seja simples e de fácil manuseio. A carta deve passar por revisão e atualização a cada quatro ou seis meses. A introdução de vinhos reconhecidos pela mídia é um ponto importante, pois ajuda a incorporar à carta uma linguagem comercial que permita uma rotatividade automática, importante para a obtenção de capital de giro.
Alguns dados devem ser respeitados ao montar uma carta:

É importante que o nome, a vinícola, a safra e a área de procedência dos vinhos propostos sejam claramente identificáveis pelo cliente.

Os vinhos devem ser divididos por país de origem, aparecendo primeiro o país de cuja cozinha o restaurante é dedicado. Se o restaurante não for da cozinha típica de um determinado país, deve vir primeiro vinhos do país ou do continente onde o restaurante está localizado.

Os demais países do mundo cujos vinhos fazem parte da carta devem ser agrupados por continente. Em geral, as casas colocam primeiro os países do velho mundo e depois do novo mundo.

Dentro de cada país os vinhos são listados na ordem em que são servidos, iniciando com os espumantes (em ordem de doçura crescente, com os brancos antes dos roses e estes antes dos tintos, em geral os Champagnes antecede a todos). Depois os vinhos tranquilos, primeiro os brancos, depois os roses e, por último, os tintos. Ao final, os vinhos de sobremesa doces naturais.Para cada vinho deve ser descrito o nome completo do vinho, sua DOC ou varietal, se for o caso, e a safra. Nome da vinícola e outras informações sobre o vinho, como graduação alcoólica, varietal/assemblage e castas, são opcionais.

Uma opção é enxugar a carta com poucos países e menos escolhas, abrindo o leque apenas nos países mais relevantes para a casa. É melhor uma carta com poucos vinhos, mas todos presentes na adega, do que uma carta gigantesca onde dois terços dos vinhos estão para chegar.
O mínimo que se espera de uma casa ou do sommelier é avisar ao cliente sobre quais os vinhos listados na carta que estão em falta ou trabalhar com um sistema onde a casa coloca uma marca ou um selo indicando na carta quais vinhos estão em falta.

Lembre-se: a carta de vinhos é o cartão de visitas de qualquer restaurante. Deve estar aliada a uma carta acima de tudo o fator qualidade, portanto a busca por vinhos que se encaixam nesse termo deva ser constante.

Zé Catral
Fonte: mercadogastronomico.com.br e hoteliernews.com.br
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 12 de abril de 2012.

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Dúvidas em como conservar o vinho em casa? Fiquem tranquilos! Com esse link que Catral trouxe para vocês, os enófilos Hildérico Coutinho e Luís Maia vão indicar as regras chave para manter os vinhos intactos, desde opções mais caras até pequenos truques para aproveitar o espaço da sua casa. E na Catral você encontra soluções ainda melhores.

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Zé Catral


Fonte: youtube.com
Foto: Divultação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 23 de novembro de 2011.

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