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Quem disse que hambúrguer não pode ser saudável? Mistura balanceada de proteína (na carne) e carboidrato (no pão), esse lanche internacional vale por uma refeição completa.

hamburger

Ainda mais quando preparado com ingredientes frescos e de maneira artesanal. Aí é que está o segredo: existem mais mistérios entre duas fatias de pão do que se pode imaginar. A escolha da melhor carne, a textura, a liga, o ponto, todos esses detalhes fazem diferença. Dá para notar, na primeira mordida, se o sanduíche foi bem elaborado, pela maciez do pão, o sabor da carne e os acompanhamentos. Em busca da receita perfeita, chegamos à algumas dicas:

• O principal é a escolha da carne. Quanto mais próxima do osso, mais saborosa ela é. Há quem goste de usar patinho. O ideal, segundo o chef, é criar um blend, misturando pedaços de acém, peito e pescoço.

• Peça ao atendente do açougue para moer a carne duas vezes. Faz diferença na liga e na maciez. Se tiver um moedor em casa, triture-a apenas na hora de preparar a receita. Quanto mais fresco o hambúrguer, melhor.

• Para dar liga, nada de ovo. A própria gordura da carne faz esse papel.

• Ao modelar o hambúrguer, primeiro faça um bolinho e jogue de uma mão para outra, como uma bola de baseball. Com o impacto, parte do ar sai, parte do ar entra, deixando a massa aerada e suculenta.

Guarde o sal para o fim, quando o hambúrguer já estiver na chapa. Se salgar antes, vai desidratar a carne.

• Nada de muito tempero: apenas sal e pimenta do reino a gosto.

• Hambúrguer bem passado é “crime”, diz o chef. Deixe a carne, ao menos, ao ponto.

• Aqueça o pão antes de montar o sanduíche.

• Como acompanhamento, aposte num queijo magro de sua preferência combinado a uma saladinha de picles de pepino e ketchup e mostarda de boa qualidade.

• Experimente misturar maionese com wasabi (tempero japonês). Dá um sabor picante todo especial.

E hambúrguer bom de verdade tem que ser feito na chapa. A Sanduicheira Conjugada PR-700G 70 cm a Gás Progás é perfeita, já que, além de ser possuir estrutura em aço inox, promovendo maior higiene, a Progás é sinônimo de evolução contínua em equipamentos gastronômicos. Não perca tempo procurando, escolha Progás e acerte em cheio.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 16 de maio de 2015.

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Um modelo inovador de venda de alimentos está se fortalecendo: o Food Truck. Para que empresários e empreendedores fiquem por dentro da regulamentação e modelo de negócio da atividade, o Sebrae elaborou a cartilha “Food truck: modelo de negócio e regulamentação“, onde são abordados três principais pontos: modelo de negócio, regulamentação e relação entre ambulantes e restaurantes.

 foodtruck

Considerando o aumento da oferta e da demanda por alimentação de rua de qualidade, é fundamental que a atividade seja ordenada pelo poder público. A legislação que diz respeito aos food trucks é de iniciativa municipal e, por isso, pode variar a cada município. Por enquanto, apenas três cidades do Brasil têm leis que regulamentam os food trucks: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Além disso, os proprietários de food trucks deverão conhecer as normas sanitárias do município e do estado em que trabalham para que obtenham os parâmetros exigidos de segurança na aquisição, armazenamento, elaboração e distribuição segura dos alimentos.

O mercado de alimentação fora do lar é disputado por diversos tipos de atividades: ponto fixo, ambulantes, caminhões itinerantes, feiras, bancas, entre outros. De acordo com a publicação, há a necessidade de regrar os trabalhos com vistas ao sucesso de todos, sem que um impacte negativamente no outro. A ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) é a favor da legalização e regularização dos food trucks por meio de um marco regulatório e entende que os food trucks não devem ser móveis, sendo necessária a criação de uma autorização permanente para que ocupem espaços privados e, pontualmente, eventos.

Algumas dicas para quem deseja entrar nesse ramo:

1) Para começar, pense no que você vai vender. A partir dessa definição, você poderá calcular o tamanho do truck e do investimento que vai precisar para o resto.

2) Lembre-se que você irá precisar de uma cozinha e um carro de apoio, além de todos os acessórios necessários para produzir o que você quer. Decidir tudo isso dependerá do que você quer vender. O food truck tem um backstage enorme. É necessário ter tudo em estoque, para não perder tempo fazendo tudo na hora. Por isso é interessante ter uma cozinha base, para que você possa abastecer o carro e ir para a rua. Até mesmo para o cachorro quente mais básico é necessária uma cozinha de apoio para armazenar os ingredientes.

3) Leve personalidade para o seu truck.

4) Entenda as dificuldades do dia a dia de um truck. Você precisará encostar em um lugar, negociar com locais privados para levar o seu automóvel, vai precisar entender essa negociação.

5) Você precisa fazer uma pesquisa de mercado, por menor que seja. Você precisa saber onde as pessoas estão, onde as pessoas passam. Senão você vai ficar parado e não vai vender nada.

Além da adaptação do seu veículo, ainda precisará investir na compra de vários equipamentos utilizados no seu dia a dia de trabalho, como: fornofogãochapaforno microondas e freezer.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 12 de maio de 2015.

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A gourmetização do fast food, ou gastronomização do sanduíche, traduz o movimento que transforma em boutiques de hambúrguer as lanchonetes tradicionais. O movimento não é novo, apesar de ter tomado força este ano. São diferenciados dos sanduíches comuns por levarem carnes nobres no ponto escolhido pelo cliente, preparados por chapeiros gourmets, em um ambiente intimista que privilegia o conforto e a elegância. Para Rita Poli, diretora da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP) “é a rapidez do fast food com qualidade ‘prime’, que inclui produtos diferenciados e de boa procedência na preparação dos hambúrgueres”.

Os clientes que procuram esses serviços são exigentes, não se contentam com um bom produto, ele quer um serviço eficiente, um ambiente bem desenhado, bem cuidado e casual, com uma equipe hospitaleira que o faça se sentir em casa. As lojas contam com chapeiros com treinamento especializado para lidar com o produto.

Os sanduíches mais pedidos nas casas famosas de São Paulo contam com molho de tomate fresco, rodelas de mussarela de búfala, tomate caqui, carnes nobres como picanha e fraldinha, sempre frescas recebidas diariamente, hambúrguer de soja e shiitake. Em algumas lojas, eles dividem espaço com refeições como salmão e carré de cordeiro.

O empreendedor que queira abrir um negócio nesse ramo deve ter em mente que o custo de montagem é alto e que o período de recuperação do capital gira entre dois e três anos. Isso reflete no valor do produto, que tem custo médio de R$ 25. Os consumidores, jovens adultos entre 20 e 30 anos, pagam com prazer.

Zé Catral
 
Fonte: Diário do Comércio
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 2 de agosto de 2012.

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