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Presente em 98% dos lares brasileiros, o café é uma bebida bastante democrática, que alcança todas as classes sociais e é apreciada das mais variadas formas por todas as idades. Com ou sem açúcar, forte ou fraco, puro ou com leite, ele é a segunda bebida mais consumida no Brasil, perdendo apenas para a água, como afirma a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), que representa 75% do café industrializado do país. Com o consumo per capita de 81 litros ao ano, o Brasil é o segundo maior consumidor no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos quando comparado o volume do produto em números de sacas.

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Apesar de ser consumido por todos os perfis de pessoas, o shopper dessa categoria ainda é a dona de casa. É o que constata a gerente de marketing da Café Seleto, Karen Nagae. “A dona de case da classe C, com mais de 30 anos, é a principal responsável pela compra do café em pó nas prateleiras dos supermercados.” Em contrapartida, o mercado de cápsulas está concentrado nas classes A e B. “A compra também é realizada, em sua grande maioria, pela mulher. No consumo, destacam-se jovens casais que procuram inovação e novas experiências”, explica Karen.

Com o perfil do shopper identificado, é preciso pensar no sortimento e na exposição dos produtos. O sortimento da gôndola de café em qualquer loja deve considerar lucratividade e penetração. E é aí que entra a importância da exposição bem elaborada para melhorar a posição dos itens de compra por impulso. Os consumidores dessa categoria chegam ao PDV com a decisão de compra tomada. É nesse momento que entra o layout produtivo – modelo utilizado pela companhia -, que otimiza a exposição de produtos na gôndola, deixando em evidência na região dos olhos do consumidor, que caracterizam a venda por impulso e os produtos de maior giro na base. As compras por impulso são, de modo geral, 20% a mais daquelas que as pessoas planejavam inicialmente em comprar. E, por isso, a posição dos produtos nas gôndolas está diretamente ligada ao sucesso das compras por impulso.

A marca 3corações utiliza o formato de layout produtivo em mais de 4 mil lojas. Tal formato visa colocar os instantâneos (solúvel, cappuccino, café com leite) nas “áreas quentes” das gôndolas, entre a segunda e terceira prateleira, de cima para baixo. Essa exposição se justifica pela alta lucratividade dessa categoria e pela grande oportunidade de penetração nos lares. Um dos pontos fundamentais para a adoção e sucesso deste projeto é o envolvimento de todos nas lojas implementadas, desde a liderança até à base.

É importante manter os cafés tradicionais na gôndola, porque eles ainda representam a maior fatia do mercado. Mas seria interessante o supermercado começar a atuar com os cafés especiais e as cápsulas, caso ainda não trabalhe. Dessa forma, a sugestão é ter marcas diferentes de cafés especiais em versão moídos para coador, que é o consumo mais usual, e em grãos, como também de duas a três marcas de cápsulas. A ideia é que as gôndolas não gerem questionamentos ao consumidor sobre as diferenças entre preços. Colocar o café especial ao lado de um de categoria inferior confunde o cliente, que já tem uma percepção de qualidade muito superficial.

Sobre as ações no PDV, a degustação é unanimidade. A degustação é a oportunidade de o público entender a qualidade do produto que se oferece. Essa é a hora de conquistar de vez o cliente, uma vez que o café é um dos poucos produtos que têm a possibilidade de aguçar os cinco sentidos do consumidor no Ponto de Venda com a degustação. Por meio da visão e da audição, o cliente é abordado pelo promotor. O cheiro do café encanta e permite despertar o desejo pela experimentação. O tato reconhece o café quentinho e o paladar, finalmente, leva à decisão de compra.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 26 de maio de 2015.

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As cafeterias são a nova onda do Brasil. Não param de aparecer novas lojas, a preocupação com a evolução é constante e a busca por conhecimento não pode parar nunca, já que a cada dia as tendências mudam e novas técnicas surgem. Como garantir o sucesso do seu negócio? Quatro empresários brasileiros contaram como alcançaram o topo e o máximo de qualidade.

Seja no Lucca Cafés Especiais, de Curitiba (PR), no Café do Mercado, de Porto Alegre (PR), no Café Kahlúa, de Belo Horizonte (MG), ou no Café Cristina Colina da Pedra, de Brasília (DF), a missão é a mesma: manter o padrão de qualidade, investir nos funcionários e evoluir sempre. A prioridade é sempre o café e as bebidas à base do grão, já que, em cada uma dessas casas, a porta de entrada do produtor é a mesma do consumidor. “Não servimos sequer um chocolate quente. O consumidor de café, aqui ou na China, é fiel à qualidade. Esse é o nosso público: o que vai para tomar um bom café”, afirma Pedro Silveira Lisboa, proprietário do Cristina.

O Lucca Cafés Especiais participa de consórcios com casas de cafés brasileiras e estrangeiras, o que facilita na hora de comprar grãos especiais e oferecer aos clientes cada vez mais diversidade e qualidade. “O consórcio é uma concorrência saudável e, para quem é pequeno, é a única forma de adquirir esses cafés. Isso é legal também para mostrar a importância da torra. Cada um vai dar o seu perfil de sabor ao grão”, conta Georgia Franco de Souza, proprietária do Lucca.

Clovis Althaus Jr., do Café do Mercado, prefere trabalhar com nomes certificados pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), mas precisou brigar para que a instituição não vendesse todo o café bom e comercializasse-o no Brasil. Manter o padrão de qualidade é missão da casa. Clovis investe pesado no treinamento da equipe e, durante muitos anos, foi responsável pela realização de um campeonato estadual de barismo.

Ruimar de Oliveira Junior, barista e sommelier, estava atento ao mercado externo quando, em 1993, abriu o Kahlúa, tornando a casa ponto de encontro do público gourmand apaixonado por cafés e charutos. Para Ruimar, não existem segredos: “É um negócio personalíssimo, estou no dia a dia, 24 horas ligado, sei tudo o que acontece aqui dentro, e gosto do que faço”. Junior luta ativamente pela regulamentação da profissão do barista, fundamental ao serviço do café.

Pedro entrou no mercado de Brasília em 2004, como torrefador e abriu a primeira cafeteria dois anos depois, como vitrine do seu produto. Na empresa, todos, mestre de torra, proprietário e baristas, participam dos processos de mistura e torra dos cafés. Por meio de um processo de qualidade batizado de barista report, esses funcionários fazem uma avaliação sensorial das amostras e dão um feedback ao mestre. Todos fizeram curso de cupping com a especialista Márcia Yoko Shimosaka, ajudando-os a desenvolver os sabores e a aperfeiçoar a torra dos cerca de 5 mil kg de café/mês. Para Pedro, “a avaliação torna-se mais objetiva. Não se trata mais da minha opinião. Os baristas são responsáveis por isso também”.

Com todas as novidades, os consumidores ganham um terceiro lugar para frequentar, além da residência e do trabalho. Para Clovis, “a cafeteria substituiu o boteco, tornando-se um lugar de encontro e de descanso. O público quer ter um lugar que seja referência em qualidade, ‘uma cafeteria para chamar de sua’, parafraseando nosso amigo Erasmo Carlos”. O diferencial é a paixão pelo café, que supera um simples interesse empresarial.

 
Zé Catral
 
Fonte: Revista Espresso
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 24 de setembro de 2012.

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O mercado de café expresso já está consolidado, mas a expansão da preferência pelo café expresso é um fenômeno mundial. Para montar o seu negócio, é preciso ficar atento às áreas ainda pouco explorada e ao ambiente, que deve ser agradável para o convívio social. Confira aqui mais dicas para abrir seu negócio e atingir o sucesso.

 
Zé Catral
 
Fonte: Só Dinheiro
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 4 de setembro de 2012.

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Cafés e bares do país se renderam aos encantos do chá. Assim como o vinho, o chá pode ser o complemento perfeito para o almoço ou jantar, com vários tipos de chá prontos para serem combinados com todo o tipo de pratos.

Antes de combinar as bebidas e alimentos, é necessário lembrar que o objetivo é potencializar o sabor dos alimentos e intensificar o prazer gustativo do chá. Você não vai querer anular o sabor de um prato devido ao chá que escolheu, nem vice-versa. Faça experiências e monte seu cardápio de harmonização.

O chá preto é um excelente chá para o café da manhã, mas também pode ser apreciado durante outras refeições. Pratos de carne, pratos picantes e/ou bastante condimentados, molhos diversos, ovos e uma grande variedade de queijos são os alimentos ideais para serví-lo. Em relação aos doces, o chá preto é perfeito para sobremesas ricas e cremosas, todo o tipo de pastelaria e chocolate, uma vez que equilibra até mesmo os sabores mais doces.

O chá branco, de sabor delicado e sutil, pede alimentos light e frescos para não anular o seu delicioso aroma e sabor. Algumas das combinações ideias entre o chá branco e a gastronomia incluem arroz, pratos de frango, pratos de peixe, marisco, saladas e pratos vegetarianos. Levando em conta o contraste entre a acidez e a suavidade, combina especialmente bem com os cítricos, mas também com a maior parte de sobremesas que possuem frutas em sua base. Fica igualmente agradável quando acompanhado de bolos e chocolate de leite.

Sutil e surpreendente, o chá verde pode transformar qualquer refeição numa experiência gastronômica inesquecível. O chá verde combina particularmente bem com alimentos que contêm muito sal, atuando como um equilibrador de paladares. Em matéria de sobremesas, casa particularmente bem com fruta, sobremesas de fruta e todo tipo de chocolate.

O chá oolong, leve e apetecível, é o par perfeito para pratos de carne e de pato com sabor de intensidade média, mas casa igualmente bem com marisco e queijo. Tem ainda a vantagem de combinar divinamente com grande variedade de sobremesas, doces e todo tipo de chocolate.

Inclua a tradicional bebida ao seu cardápio e boas vendas!

Zé Catral
 
Fonte: Casa do Chá
Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 24 de agosto de 2012.

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O setor de alimentação fora do lar movimenta cerca de R$ 9 bilhões por ano, só no Brasil. Metade da população das classes C e D tomou como hábito fazer suas refeições na rua, mas as marcas nacionais ainda não sabem o que fazer com todo esse mercado. Confira aqui.

Zé Catral
 
Fonte: Cozinha Profissional
Foto: Divulgação
 

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 15 de agosto de 2012.

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O inverno começa no Brasil dia 21 de junho e fica até 23 de setembro. Que tal usar esses três meses gelados para aumentar o faturamento do seu supermercado? Seus aliados são achocolatados, vinhos, cafés, chás, sopas, fondues, molhos e produtos específicos para as festas juninas. Supermercados que possuem setores de vestuário, cama, mesa e banho também podem usá-los para alavancar as vendas.

Luiz Carlos Costa, diretor regional do Grupo Pão de Açúcar, dá a dica: “É importante dar um destaque maior para os produtos de inverno. Ações promocionais são boas táticas. Um exemplo é a degustação, pois, a partir do momento que o consumidor degusta e aprova, ele acaba comprando”. Segundo Costa, promoções, ofertas e degustação de produtos são excelentes puxadores de vendas. A degustação serve também parar quebrar a resistência do cliente e o ajuda a descobrir novos produtos, elevando as vendas.

Outra área que deve ser explorada é a de produtos juninos. Pipoca, canjica, amendoim, coco e outros tradicionais nas festas Juninas são importantes, além da decoração típica, que atrai a atenção do cliente e garantem a boa rentabilidade.

Algumas redes adotaram a época como a estação do café e promoverem festivais de café com promoções, seções de degustação e exposições temáticas, chamando os amantes da bebida para a loja e, consequentemente, aumentando suas vendas. Não é para menos: durante o inverno, as vendas de café têm crescimento de 10%. Pesquisa realizada pela Abic (Associação Brasileira de Indústria de Café) em 2011 mostra que o café é o alimento mais consumido diariamente por 78% da população acima de 10 anos, e a Região Nordeste é a maior consumidora, seguida da região Sudeste. Segundo a pesquisa, a previsão é de que haja crescimento de 50% no consumo das classes A e B, até 2015.

Não perca tempo! Faça seu planejamento de ações e promoções e fature!

 
Zé Catral
 
Fonte: Revista Gôndola
Fotos: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 10 de maio de 2012.

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