Comentários [0]

Um modelo inovador de venda de alimentos está se fortalecendo: o Food Truck. Para que empresários e empreendedores fiquem por dentro da regulamentação e modelo de negócio da atividade, o Sebrae elaborou a cartilha “Food truck: modelo de negócio e regulamentação“, onde são abordados três principais pontos: modelo de negócio, regulamentação e relação entre ambulantes e restaurantes.

 foodtruck

Considerando o aumento da oferta e da demanda por alimentação de rua de qualidade, é fundamental que a atividade seja ordenada pelo poder público. A legislação que diz respeito aos food trucks é de iniciativa municipal e, por isso, pode variar a cada município. Por enquanto, apenas três cidades do Brasil têm leis que regulamentam os food trucks: São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Além disso, os proprietários de food trucks deverão conhecer as normas sanitárias do município e do estado em que trabalham para que obtenham os parâmetros exigidos de segurança na aquisição, armazenamento, elaboração e distribuição segura dos alimentos.

O mercado de alimentação fora do lar é disputado por diversos tipos de atividades: ponto fixo, ambulantes, caminhões itinerantes, feiras, bancas, entre outros. De acordo com a publicação, há a necessidade de regrar os trabalhos com vistas ao sucesso de todos, sem que um impacte negativamente no outro. A ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) é a favor da legalização e regularização dos food trucks por meio de um marco regulatório e entende que os food trucks não devem ser móveis, sendo necessária a criação de uma autorização permanente para que ocupem espaços privados e, pontualmente, eventos.

Algumas dicas para quem deseja entrar nesse ramo:

1) Para começar, pense no que você vai vender. A partir dessa definição, você poderá calcular o tamanho do truck e do investimento que vai precisar para o resto.

2) Lembre-se que você irá precisar de uma cozinha e um carro de apoio, além de todos os acessórios necessários para produzir o que você quer. Decidir tudo isso dependerá do que você quer vender. O food truck tem um backstage enorme. É necessário ter tudo em estoque, para não perder tempo fazendo tudo na hora. Por isso é interessante ter uma cozinha base, para que você possa abastecer o carro e ir para a rua. Até mesmo para o cachorro quente mais básico é necessária uma cozinha de apoio para armazenar os ingredientes.

3) Leve personalidade para o seu truck.

4) Entenda as dificuldades do dia a dia de um truck. Você precisará encostar em um lugar, negociar com locais privados para levar o seu automóvel, vai precisar entender essa negociação.

5) Você precisa fazer uma pesquisa de mercado, por menor que seja. Você precisa saber onde as pessoas estão, onde as pessoas passam. Senão você vai ficar parado e não vai vender nada.

Além da adaptação do seu veículo, ainda precisará investir na compra de vários equipamentos utilizados no seu dia a dia de trabalho, como: fornofogãochapaforno microondas e freezer.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 12 de maio de 2015.

Comentários [0]

Não tem coisa pior para uma mãe que ir trabalhar fora e deixar o filho com outra pessoa, né? Por isso, muitas mulheres estão abrindo suas próprias empresas e arriscando em áreas até relacionadas com a maternidade para poderem ficar mais tempo com seus filhos. Confira!

 

Mother and baby in home office with laptop

 

Segundo o consultor Gustavo Carrer, do Sebrae-SP, a maternidade faz com que a mulher tenha contato com produtos e serviços que antes não conhecia, o que permite que ela tenha ideias de negócios.

 

“Isso amplia horizontes e pode ajudar a identificar uma oportunidade de negócio. Além disso, a pausa necessária no trabalho e a experiência intensa de ser mãe faz a mulher rever seus planos de carreira e de vida e pode levar à decisão de empreender”, afirma.

 

E foi assim a história da advogada Helena Toledo, de 37 anos. Quando estava preparando o enxoval do bebê, não se sentia confortável nas lojas de produtos infantis, tanto pela estrutura, quanto pelo atendimento ruim.

 

Então, no período de licença-maternidade, Helena foi amadurecendo o sonho antigo de ter um negócio próprio e, depois de 11 meses do nascimento do bebê, abriu a loja de artigos infantis Baby Stuff, em São Paulo, que conta com vendedoras especializadas, “espaço kids” e estacionamento para cachorros.

 

Eu estava cansada da minha profissão e sempre quis empreender, só não sabia em que área. Encontrei a oportunidade quando vi que minhas necessidades como consumidora e mãe de primeira viagem não eram atendidas”, diz.

 

Ter o próprio negócio não significa trabalhar menos. Segundo Carrer, o desejo de passar mais tempo com o filho é uma motivação importante para muitas mulheres. Contudo, elas devem estar cientes de que vão trabalhar muito e, em alguns casos, até mais que um empregado formal.

 

“Geralmente, elas escolhem atividades que permitem passar mais tempo com a criança ou aquelas em que podem levar os filhos até o local de trabalho, como um comércio perto de casa. Ela pode dedicar mais tempo ao trabalho, mas está mais disponível para o filho”, diz.

 

O mesmo aconteceu com Sarah Lazaretti, de 54 anos, que criou a Alergoshop, rede de franquias de produtos para alérgicos, porque não encontrava produtos para a sua filha, que tinha alergias e problemas respiratórios. E com a Ana Paula Harley, de 42 anos, que trouxe a franquia de educação americana FasTracKids para o Brasil, por causa do desejo de melhorar a capacidade de aprendizado de seus filhos gêmeos.

 

Gostou da ideia, vai se inspirar e abrir um novo negócio para poder ficar mais perto dos seus filhos? Passe na Catral e conheça nossos produtos. Temos os melhores equipamentos para a sua nova empresa! www.catral.com.br

 

Zé Catral
Fonte: Economia Uol.

Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 24 de maio de 2013.

Busca
Mais consultados
Conheça o nosso site
Vídeos
Curta nossa Fanpage
Siga-nos no Twitter
Ofertas exclusivas por e-mail