Não tem coisa pior para uma mãe que ir trabalhar fora e deixar o filho com outra pessoa, né? Por isso, muitas mulheres estão abrindo suas próprias empresas e arriscando em áreas até relacionadas com a maternidade para poderem ficar mais tempo com seus filhos. Confira!

 

Mother and baby in home office with laptop

 

Segundo o consultor Gustavo Carrer, do Sebrae-SP, a maternidade faz com que a mulher tenha contato com produtos e serviços que antes não conhecia, o que permite que ela tenha ideias de negócios.

 

“Isso amplia horizontes e pode ajudar a identificar uma oportunidade de negócio. Além disso, a pausa necessária no trabalho e a experiência intensa de ser mãe faz a mulher rever seus planos de carreira e de vida e pode levar à decisão de empreender”, afirma.

 

E foi assim a história da advogada Helena Toledo, de 37 anos. Quando estava preparando o enxoval do bebê, não se sentia confortável nas lojas de produtos infantis, tanto pela estrutura, quanto pelo atendimento ruim.

 

Então, no período de licença-maternidade, Helena foi amadurecendo o sonho antigo de ter um negócio próprio e, depois de 11 meses do nascimento do bebê, abriu a loja de artigos infantis Baby Stuff, em São Paulo, que conta com vendedoras especializadas, “espaço kids” e estacionamento para cachorros.

 

Eu estava cansada da minha profissão e sempre quis empreender, só não sabia em que área. Encontrei a oportunidade quando vi que minhas necessidades como consumidora e mãe de primeira viagem não eram atendidas”, diz.

 

Ter o próprio negócio não significa trabalhar menos. Segundo Carrer, o desejo de passar mais tempo com o filho é uma motivação importante para muitas mulheres. Contudo, elas devem estar cientes de que vão trabalhar muito e, em alguns casos, até mais que um empregado formal.

 

“Geralmente, elas escolhem atividades que permitem passar mais tempo com a criança ou aquelas em que podem levar os filhos até o local de trabalho, como um comércio perto de casa. Ela pode dedicar mais tempo ao trabalho, mas está mais disponível para o filho”, diz.

 

O mesmo aconteceu com Sarah Lazaretti, de 54 anos, que criou a Alergoshop, rede de franquias de produtos para alérgicos, porque não encontrava produtos para a sua filha, que tinha alergias e problemas respiratórios. E com a Ana Paula Harley, de 42 anos, que trouxe a franquia de educação americana FasTracKids para o Brasil, por causa do desejo de melhorar a capacidade de aprendizado de seus filhos gêmeos.

 

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Zé Catral
Fonte: Economia Uol.

Foto: Divulgação

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 24 de maio de 2013.