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Uma receita diferente e saborosa para seu restaurante.

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Ingredientes

Massa

2 xícaras (chá) de leite

2 ovos

1/2 (chá) de sal

2 xícaras (chá) de farinha de trigo

2 colheres (chá) de fermento em pó

 Recheio

2 latas de 125g de Sardinha

1 colher (sopa) de óleo

1/2 cebola picada

1 colher (sopa) de coentro picado

Modo de preparo

Massa

Bata no liquidificador o leite com os ovos, sal, a farinha e o fermento. Unte e aqueça uma frigideira. Coloque uma porção de massa, cubra o fundo da frigideira e frite dourando levemente os dois lados. Repita a operação com toda a massa. Reserve.

Recheio

Escorra bem as sardinhas e retire as espinhas. Reserve. Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola. Retire do fogo e adicione as sardinhas reservadas e o coentro picado, misture bem.

Montagem

Coloque uma porção de recheio no centro de cada panqueca, enrole e coloque em uma travessa. Repita a operação até finalizar a massa e recheio. Cubra com o molho de tomate aquecido e polvilhe o queijo ralado. Sirva seguir.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 30 de maio de 2015.

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Para os donos de casa modernos, a aquisição de comida congelada tornou obsoleta a tarefa diária de cozinhar. Estes produtos ajudam na recepção de visitas inesperadas e eliminam o desperdício de comida, já que os pratos são retirados do freezer e aquecidos na quantidade certa para cada ocasião.

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O empreendedor que tiver interesse em participar das oportunidades dessa área de negócios deve, em primeiro lugar, definir claramente o espaço em que deseja atuar. As oportunidades são amplas, porém, é importante uma análise sobre os nichos a serem explorados e a decisão sobre o público a ser atingido, geralmente composto por solteiros e casais jovens. Desde comida light até massas e pizzas, a oferta de alimentos congelados precisa agradar o perfil da demanda local. Outra opção lucrativa é a produção de pães de queijo, salgados e tortas para lanchonetes, bares, cantinas escolares, quiosques, pontos de conveniência, restaurantes e buffets. Este mercado traz vantagens de escala e custos menores de negociação.

Técnica para congelar alimentos

Segundo especialistas, a melhor tecnologia é a do choque térmico, que consiste basicamente numa queda de temperatura dos 80ºC – oitenta graus positivos – (a temperatura do prato pronto, saindo do fogão ou forno), para os -12ºC (doze graus negativos), sendo que este procedimento deve ter uma duração máxima de 3 horas. Isso evita não só o desenvolvimento de microrganismos, como também a formação de cristais de gelo, que podem alterar a textura e o sabor dos alimentos.

Matéria-prima e produtos

Os produtos deverão ser selecionados com atenção, legumes e verduras, e ovos, sempre frescos. A qualidade dos pratos prontos congelados depende diretamente da qualidade da matéria-prima e da manipulação dos alimentos em condições que não permitam o desenvolvimento de microrganismos nocivos à saúde humana. Manusear o mínimo possível os alimentos (carnes, massas, verduras) e manter o ambiente de processamento refrigerado ou pelo menos a matéria-prima em temperatura baixa são cuidados que garantem baixo nível de contaminação aos alimentos prontos.

Para quem está começando o negócio, não dispense a orientação de um nutricionista, conheça técnicas de congelamento e realize uma pesquisa de mercado para dimencionar o público-alvo e definir seu perfil. Para conquistar o mercado, a empresa deve oferecer produtos com qualidade e preços competitivos, aliados, porém, a um bom sistema de vendas, controle financeiro, de estoques e divulgação. É importante que o proprietário ou a pessoa encarregada de vendas, instrua o cliente quanto ao modo correto de descongelamento dos pratos, já que quando o descongelamento é feito de modo errado, prejudica a qualidade dos alimentos, dando, a impressão de que os produtos não eram de qualidade.

Dicas:

*Não congele: receitas à base de maisena, gelatina pura, maionese, claras cozidas ou em neve, gema crua, ovo cozido, vegetais crus, creme de chantilly, iogurte, folhas de verduras e frutas, banana e pêra d’água.

*Salgadinhos: depois de prontos, coloque os salgadinhos em um recipiente que possa ser mergulhado em água gelada, para que resfriem. Coloque em uma bandeja aberta, cubra com papel-filme e leve ao congelador. Após congelar, transfira os salgadinhos para sacos plásticos bem fechados e volte ao congelador. Assim, eles não ficarão grudados.

*Legumes: existe uma técnica especial para congelar legumes chamada branqueamento. Ela é bem simples: lave bem os legumes e corte os talos. Mergulhe os vegetais em água fervente por alguns segundos e coloque-os em água gelada em seguida, para evitar que cozinhem com o calor. Leve os legumes ao congelador em sacos plásticos. Tire todo o ar da embalagem, ou então eles ficarão com textura áspera e sem sabor. Mas atenção: o vegetal branqueado não está pronto para ser servido depois de descongelado, ele deve ser cozido.

*Batatas: você pode congelar as batatas cozidas ou cruas. No primeiro caso, cozinhe as batatas e amasse como purê. Embrulhe em papel-filme e leve ao congelador. Para batatas cruas, lave, descasque e corte em cubos. Mergulhe em água fervente por 5 minutos e resfrie em uma tigela com água e gelo. Escorra, embale em papel-filme e congele.

*Carnes e legumes: descongelar também é uma arte, as carnes devem ser descongeladas dentro da geladeira ou direto no microondas, nunca na pia ao sol nem na água corrente. Certos alimentos como legumes, podem ser levados diretamente ao fogo. As embalagens devem estar sempre limpas, cada qual com uma quantidade certa para não sobrar alimento.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 28 de maio de 2015.

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Presente em 98% dos lares brasileiros, o café é uma bebida bastante democrática, que alcança todas as classes sociais e é apreciada das mais variadas formas por todas as idades. Com ou sem açúcar, forte ou fraco, puro ou com leite, ele é a segunda bebida mais consumida no Brasil, perdendo apenas para a água, como afirma a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), que representa 75% do café industrializado do país. Com o consumo per capita de 81 litros ao ano, o Brasil é o segundo maior consumidor no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos quando comparado o volume do produto em números de sacas.

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Apesar de ser consumido por todos os perfis de pessoas, o shopper dessa categoria ainda é a dona de casa. É o que constata a gerente de marketing da Café Seleto, Karen Nagae. “A dona de case da classe C, com mais de 30 anos, é a principal responsável pela compra do café em pó nas prateleiras dos supermercados.” Em contrapartida, o mercado de cápsulas está concentrado nas classes A e B. “A compra também é realizada, em sua grande maioria, pela mulher. No consumo, destacam-se jovens casais que procuram inovação e novas experiências”, explica Karen.

Com o perfil do shopper identificado, é preciso pensar no sortimento e na exposição dos produtos. O sortimento da gôndola de café em qualquer loja deve considerar lucratividade e penetração. E é aí que entra a importância da exposição bem elaborada para melhorar a posição dos itens de compra por impulso. Os consumidores dessa categoria chegam ao PDV com a decisão de compra tomada. É nesse momento que entra o layout produtivo – modelo utilizado pela companhia -, que otimiza a exposição de produtos na gôndola, deixando em evidência na região dos olhos do consumidor, que caracterizam a venda por impulso e os produtos de maior giro na base. As compras por impulso são, de modo geral, 20% a mais daquelas que as pessoas planejavam inicialmente em comprar. E, por isso, a posição dos produtos nas gôndolas está diretamente ligada ao sucesso das compras por impulso.

A marca 3corações utiliza o formato de layout produtivo em mais de 4 mil lojas. Tal formato visa colocar os instantâneos (solúvel, cappuccino, café com leite) nas “áreas quentes” das gôndolas, entre a segunda e terceira prateleira, de cima para baixo. Essa exposição se justifica pela alta lucratividade dessa categoria e pela grande oportunidade de penetração nos lares. Um dos pontos fundamentais para a adoção e sucesso deste projeto é o envolvimento de todos nas lojas implementadas, desde a liderança até à base.

É importante manter os cafés tradicionais na gôndola, porque eles ainda representam a maior fatia do mercado. Mas seria interessante o supermercado começar a atuar com os cafés especiais e as cápsulas, caso ainda não trabalhe. Dessa forma, a sugestão é ter marcas diferentes de cafés especiais em versão moídos para coador, que é o consumo mais usual, e em grãos, como também de duas a três marcas de cápsulas. A ideia é que as gôndolas não gerem questionamentos ao consumidor sobre as diferenças entre preços. Colocar o café especial ao lado de um de categoria inferior confunde o cliente, que já tem uma percepção de qualidade muito superficial.

Sobre as ações no PDV, a degustação é unanimidade. A degustação é a oportunidade de o público entender a qualidade do produto que se oferece. Essa é a hora de conquistar de vez o cliente, uma vez que o café é um dos poucos produtos que têm a possibilidade de aguçar os cinco sentidos do consumidor no Ponto de Venda com a degustação. Por meio da visão e da audição, o cliente é abordado pelo promotor. O cheiro do café encanta e permite despertar o desejo pela experimentação. O tato reconhece o café quentinho e o paladar, finalmente, leva à decisão de compra.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 26 de maio de 2015.

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Tradicional na região da Toscana e no norte da Itália, o Pollo alla Cacciatora é um prato de fácil preparo, e mesmo assim delicioso e inigualável.

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Preparado com ingredientes simples, como frango, cebola, alho e vinho, historiadores acreditam que a receita tenha surgido em meio aos camponeses, que em dias festivos usavam o que tinham de ingredientes, para preparar as iguarias para os comensais. Aqui no Brasil, existem várias versões, algumas mais “puxadas” para o ensopado, outras para o assado de panela, umas com vinho outras com molho rôti… Hoje, apresentamos uma versão que se assemelha à original e que irá agradar em cheio seus clientes.

*Ingredientes:

01 frango de 2 kg cortado em pedaços

02 dentes de alho amassados

150 gramas de cebola picada

250 gramas de champignons frescos fatiados

300 gramas de tomates italianos picados e sem pele

50 ml azeite de oliva

150 ml vinho branco seco

150 gramas de cenouras em cubos

150 gramas de talos de aipo picados

02 colheres de sopa de salsinha picada

Alecrim, sal e pimenta branca a gosto.

*Preparo:

Tempere o frango com o alecrim, o sal, o alho e a pimenta branca e deixe descansar por pelo menos 6 horas. Coloque o azeite para aquecer, em uma panela não muito rasa, e coloque o frango para fritar.  Após o frango estiver bem frito, escorra o excesso de gordura, que se formou. Volte com o frango para o fogo e acrescente a cebola, a cenoura, e o aipo sempre mexendo, para não queimar. Quando os temperos estiverem “corados”, junte os champignons o tomate e o vinho. Deixe refogarem por uns 5 minutos e junte água, suficiente para cobrir os ingredientes. Deixe ferver até o líquido reduzir pela metade, ou o molho se tornar espesso. Acerte o sal junte a salsinha e sirva, com arroz branco ou torradas de pão de ervas.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 23 de maio de 2015.

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Muitas vezes, a sobra de recursos significa um sinal de desorganização do caixa, consequência da má negociação de prazos com fornecedores ou baixos estoques. Sem esta análise prévia, a empresa está em risco. Por isso, é preciso sempre verificar se os estoques estão adequados. Se estiver abaixo do esperado, é fundamental regularizar a situação.

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Caso os estoques estejam adequados e ainda assim os recursos estiverem sobrando no caixa, pode-se pensar em negociar com fornecedores para conseguir bons descontos e abastecer a empresa. Há ainda algumas alternativas, como aplicações financeiras e até mesmo reserva de capital de giro. Dinheiro parado em caixa, que não rende juros e nem lucro, deve ser devidamente aplicado.

Saldos negativos também devem ser analisados. A primeira providência é descobrir as causas: atraso nos recebimentos, alta taxa de inadimplência, queda repentina nas vendas, atraso nos recebimentos dos clientes etc. Este problema também ocorre se as diferenças entre os prazos de recebimentos e pagamentos forem altos e a empresa não se planejar, com a organização do capital de giro.

Se a empresa vender muito mais em um mês do que em outro, sem se organizar, poderão ocorrer falhas no fluxo – já que os pagamentos podem ocorrer antes dos recebimentos relativos às vendas. Por isso, é necessário ter uma reserva de capital de giro. Por outro lado, as faltas no caixa devem ser avaliadas para saber se não estão a ocorrer em razão das vendas estarem abaixo do ponto de equilíbrio.

A partir das possíveis causas para os saldos negativos, devem-se definir as estratégias. Entre elas, antecipação das vendas, recebimentos de títulos a vencer, prorrogação de pagamentos, análise dos estoques, da estrutura dos custos e das despesas fixas.

Empréstimos bancários, dos sócios e descontos de duplicatas também são alternativas viáveis. Porém, é importante reforçar que estes não devem ser o primeiro recurso. Mesmo se forem utilizados, devem ser previamente analisados.

Os pagamentos devem ser anotados e as amortizações devem ser previstas no fluxo de caixa. Além disso, é fundamental ficar atento à cobrança de juros, para não acarretar problemas sérios de endividamento, ao invés da reversão dos saldos negativos.

Possuir um moderno sistema de automação comercial e manter em dia o controle do estoque é essencial para reduzir as perdas e não registrar prejuízos no seu negócio. O Leitor a Laser Voyager 1250g USB Honeywell promove leitura rápida de códigos de barras lineares, incluindo códigos com impressão de baixa qualidade e danificados (comuns no setor). O Voyager 1250g permite às empresas minimizar a necessidade de entrada de dados manual, levando a uma maior produtividade e redução nos erros.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 21 de maio de 2015.

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Estima-se que mais de 80% das perdas no hortifrútis ocorram durante a exposição, enquanto os 20% restantes aconteçam no transporte e na armazenagem. Para diminuir as quebras na seção, o primeiro passo é adotar um controle rígido no recebimento das mercadorias. Lembre-se de que preservar a qualidade de um vegetal que chega em bom estado à loja é uma tarefa difícil, mas melhorar as condições de um produto que já está danificado é impossível.

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As frutas, verduras e legumes são recobertos por uma espécie de cera natural, cuja função é proteger os vegetais contra a perda de água que ocorre naturalmente após a colheita. Cada vez que o vegetal é manuseado, uma parte da cera é retirada e o alimento se degrada de forma mais acelerada. É indicado que na loja a mercadoria fique armazenada em um único lugar e de lá só saia para a exposição na área de vendas.

Na exposição, opte por vascas que permitam arrumar os hortifrútis de forma horizontal ou diagonal. Uma das grandes causadoras de perdas no FLV é a exposição vertical, já que o empilhamento de grandes volumes de frutas, verduras e legumes comprime os vegetais que ficam por baixo e aumenta a sua temperatura, acelerando a deterioração. E nunca tente soluções caseiras para resolver a refrigeração: molhar os produtos diretamente, por exemplo, só vai promover o desenvolvimento de fungos e bactérias que levarão ao apodrecimento.

Faça exposição diferenciada para atrair a atenção do cliente e reforce a degustação do produto. Além disso, muitas frutas, legumes e verduras podem ser processados pelos supermercados a fim de reduzir as quebras. Mas fique atento, hortifrútis picados ou cortados estragam mais rápido, por isso devem ser expostos preferencialmente em balcões refrigerados.

Para o setor, a Balança Eletrônica 30 KG Preta Prix 5 Wi-FI Toledo é a mais indicada. Seu cadastro inteligente para até 4.500 itens permite que a memória da Prix 5 seja compartilhada com todos os campos de cadastro, oferecendo altíssima flexibilidade no atendimento às necessidades de todos os tipos de estabelecimentos do mercado varejista, desde os de pequeno porte até hipermercados. E a função acumuladora geral e por itens permite maior controle das transações de venda efetuadas na própria Prix 5, sendo possível obter informações detalhadas do peso, quantidade, preço e número das transações efetuadas por item ou geral, de forma simples e rápida, dando segurança e praticidade ao seu negócio.

Passe na Catral e diga adeus ao prejuízo.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 19 de maio de 2015.

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Quem disse que hambúrguer não pode ser saudável? Mistura balanceada de proteína (na carne) e carboidrato (no pão), esse lanche internacional vale por uma refeição completa.

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Ainda mais quando preparado com ingredientes frescos e de maneira artesanal. Aí é que está o segredo: existem mais mistérios entre duas fatias de pão do que se pode imaginar. A escolha da melhor carne, a textura, a liga, o ponto, todos esses detalhes fazem diferença. Dá para notar, na primeira mordida, se o sanduíche foi bem elaborado, pela maciez do pão, o sabor da carne e os acompanhamentos. Em busca da receita perfeita, chegamos à algumas dicas:

• O principal é a escolha da carne. Quanto mais próxima do osso, mais saborosa ela é. Há quem goste de usar patinho. O ideal, segundo o chef, é criar um blend, misturando pedaços de acém, peito e pescoço.

• Peça ao atendente do açougue para moer a carne duas vezes. Faz diferença na liga e na maciez. Se tiver um moedor em casa, triture-a apenas na hora de preparar a receita. Quanto mais fresco o hambúrguer, melhor.

• Para dar liga, nada de ovo. A própria gordura da carne faz esse papel.

• Ao modelar o hambúrguer, primeiro faça um bolinho e jogue de uma mão para outra, como uma bola de baseball. Com o impacto, parte do ar sai, parte do ar entra, deixando a massa aerada e suculenta.

Guarde o sal para o fim, quando o hambúrguer já estiver na chapa. Se salgar antes, vai desidratar a carne.

• Nada de muito tempero: apenas sal e pimenta do reino a gosto.

• Hambúrguer bem passado é “crime”, diz o chef. Deixe a carne, ao menos, ao ponto.

• Aqueça o pão antes de montar o sanduíche.

• Como acompanhamento, aposte num queijo magro de sua preferência combinado a uma saladinha de picles de pepino e ketchup e mostarda de boa qualidade.

• Experimente misturar maionese com wasabi (tempero japonês). Dá um sabor picante todo especial.

E hambúrguer bom de verdade tem que ser feito na chapa. A Sanduicheira Conjugada PR-700G 70 cm a Gás Progás é perfeita, já que, além de ser possuir estrutura em aço inox, promovendo maior higiene, a Progás é sinônimo de evolução contínua em equipamentos gastronômicos. Não perca tempo procurando, escolha Progás e acerte em cheio.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 16 de maio de 2015.

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Quem é que não gosta do cheiro de pão quentinho e não se sente atraído quando passa em frente a uma padaria? Pois é com todo esse apelo às sensações e em especial, claro, ao paladar, que as padarias se mantêm como um dos negócios essenciais nas cidades do mundo todo: da antiguidade até hoje.

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Atualmente, no Brasil, são mais de 63 mil padarias. A maioria, micro e pequenas empresas. O segmento atende em média 41,1 milhões de clientes por dia, o que corresponde a 21,5% da população nacional e gera 700 mil empregos diretos e outros 1,5 milhão indiretos.

Soma-se a essa concorrência, outro concorrente que vem sendo apontado por especialistas como o maior de todos: os supermercados. Isso porque os pães são utilizados por esses estabelecimentos somente para atrair a freguesia, inclusive com a prática de preços especialmente baixos.

Para sobreviver nesse mercado, atualmente, as padarias tradicionais estão dando lugar a estabelecimentos comerciais com um mix de produtos diversificado. Desde o início dos anos 90, elas estão se transformando em lojas que pouco lembram os tempos da caderneta em que eram anotadas as contas do freguês.

A “nova padaria”, de acordo com um diagnóstico de mercado do Sebrae, muito se assemelha a um minimercado, uma loja de conveniência, uma delicatessen ou a uma “boutique” de pães. Ou, em muitos casos, tudo isso misturado.

Localização

O ideal é procurar uma área com alta densidade populacional ou grande fluxo de pessoas e carros. Especialistas acreditam que a existência de estacionamento para os clientes é fundamental. Outra possibilidade é o empreendedor dar preferência à região central da cidade, a locais próximos aos terminais de ônibus, metrô ou táxi. Isso porque muitas pessoas, no final do expediente quando voltam para casa, compram o lanche da noite, principalmente nos grandes centros, onde não se tem o hábito de jantar.

Tipo da padaria

Após definir a localização do negócio, o empreendedor deve escolher o tipo de panificadora a ser montada, e qual o mix de produtos e serviços que será oferecido ao cliente. Para tanto podemos identificar os seguintes tipos:

Padaria tipo boutique – Localizadas em regiões com alto poder aquisitivo, concentradas em produtos próprios e importados. Sua quantidade não é representativa.

Padaria de serviço – Localizadas em regiões centrais e ruas com grande circulação e concentração de lojas comerciais ou escritórios. Além dos produtos de padaria, confeitaria e rotisseria, oferecem serviços de bar, lanchonete, fast food etc.

Padaria de conveniência – Localizadas em bairros residenciais. Além dos produtos próprios: padaria, confeitaria, rotisseria e serviços de bar, lanchonete, oferecem uma gama de produtos de conveniência, chegando algumas a oferecer cerca de 3.000 itens.

Diversificação

Nesse ambiente de extrema concorrência, diversificar e priorizar a produção própria e a oferta de produtos é fundamental. Entre as opções há os segmentos de boulangeries (pães elaborados), confeitaria (bolos e doces sofisticados), fast food (lanches e refeições rápidas por quilo), happy hour (frios, bebidas e variedades), cafeteria e opções como oferecer café da manhã – setor explorado há pouco tempo nos grandes centros.

A Catral possui completa linha de equipamentos, automação e acessórios para você montar sua padaria. Confira: Padaria Catral.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 14 de maio de 2015.

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