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Abrir uma frutaria hoje em dia é uma aventura que requer um pouco de capital, alguns contatos, mas, sobretudo, muita confiança em si mesmo, energia e perseverança. Um dos aspectos chave ao abrir uma loja de frutas e legumes é a contratação de funcionários, pois a atenção ao cliente é bastante individualizada e, por isso, ter uma pessoa amável e atenciosa pode fazer com que os clientes voltem para comprar.

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Se você pretende abrir uma loja de frutas e legumes, uma das coisas mais importantes é a localização. Você deve procurar uma rua bastante movimentada, se possível, para pedestres. Uma localização boa para este tipo de lojas são os mercados municipais ou perto de açougueiros, uma vez que o público-alvo é geralmente o mesmo.

Uma das maiores vantagens de montar uma frutaria é que ela não apresenta muitas dificuldades para levar a cabo, uma vez que não requer experiência prévia nem formação, se bem que é conveniente conhecer com se trabalha no setor. Será ideal para empreendedores que estejam dispostos a adquirir conhecimentos sobre os artigos e o funcionamento do negócio.

No que diz respeito às margens de uma frutaria, a primeira coisa a considerar é que os produtos são vendidos a preços diferentes e alguns deles perdem valor ou são considerados perda total.

O setor das frutarias é um dos maiores subsetores da alimentação. A frutaria é o estabelecimento mais estável na venda dos seus produtos. Além disso, enquanto as vendas em produtos como os lacticínios, alimentos embalados, etc., cresceram nas grandes superfícies, as frutas e legumes continuam a ser compradas principalmente nas frutarias tradicionais. Isto acontece porque a maioria dos consumidores associam mais frescura e qualidade das frutas e legumes que se vendem em frutarias do que as vendidas em supermercados e hipermercados, mas a maioria das compras feitas nas grandes superfícies têm maioritariamente uma periodicidade de 15 dias ou um mês. A procura deste tipo de produtos vem principalmente do ambiente imediato da sua localização. Assim, os clientes são as famílias que vivem em zonas urbanas ou pessoas que passam frequentemente por essa zona. Por estas razões recomendamos que abra uma frutaria em zonas de grande afluência e muita população.

A chave para o sucesso de uma frutaria é oferecer sempre produtos frescos de qualidade e preços competitivos e, sobretudo, um tratamento de excelência. Para conseguir uma oferta de qualidade, é fundamental conhecer os gostos dos clientes e ir adaptando progressivamente a variedade de produtos às necessidades dos clientes. Por exemplo, atualmente há empresas que estão expandindo a sua oferta para produtos exóticos e orgânicos, enquanto outras estão a introduzir a venda através da internet.

Uma boa maneira de conhecer quais são os produtos que os clientes gostam e de torna-los conscientes dos seus produtos é através da prova. Para isso, você pode promover degustações de novos produtos que pretenda incorporar na oferta da frutaria ou produtos sazonais.

Também é fundamental diferenciar-se da sua concorrência, mediante serviços que acrescentem valor para os clientes. Por exemplo, você pode permitir que o cliente faça a sua encomenda por telefone, e se este não tiver disponibilidade para se deslocar ao supermercado, faça a entrega a domicílio.

A estratégia de preços de uma frutaria deve basear-se em oferecer um produto de qualidade a preços competitivos. Portanto, o preço vai ser orientado com base em preços competitivos, tendo em conta que haverá determinados artigos que terá de vender a preços agressivos, especialmente no início, para tentar atrair o cliente e testar o produto.

Os custos e passos a ter em conta para abrir uma frutaria são:

Aluguel ou compra do local;

Acondicionamento do local;

Câmara frigorífica;

Primeira compra de frutas e verduras;

Escolha da forma jurídica (sociedade anônima, por quotas, etc.) valores aplicáveis mediante o seu país;

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Fonte: negocios.umcomo.com.br.

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Zé Catral

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Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 26 de junho de 2014.

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Montar um negócio em centros comerciais e shoppings parece ser o sonho de muitos empreendedores, ainda mais porque esses locais reúnem condições mais favoráveis do que outros, como por exemplo, segurança, higiene e conforto. Por conta disso, por que não abrir um quiosque de caldo de cana? Nele, é possível comercializar a bebida e salgados para acompanhá-la, que são bem típicos de lojas de ruas, mas não em locais fechados. Isso pode ser um ponto favorável, pois dessa maneira é possível angariar uma clientela que antes não consumia tais produtos por preconceito ou por impossibilidade de parar, estacionar o carro ou descer do ônibus.

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Mercado de quiosque de caldo de cana

O caldo de cana é um tipo de produto muito popular em todo o país, basta dar uma olhada nas principais ruas, que é possível ver lojas especializadas. Contudo, o quiosque de caldo de cana ainda é algo bem novo e pouco utilizado, especialmente porque requer alguns cuidados quanto ao manuseio, preparação do caldo e dos salgados em meio a shoppings e centros comerciais. A proposta então é inovar sempre. Elabore, cuide de seu negócio da melhor forma possível, perca tempo estudando para viabilizar a proposta imaginada.

Clientes desse negócio

Os clientes de um quiosque de caldo de cana são os mesmos que frequentam as lojas de rua, buscando alimentação: são pessoas que estão passando por ali querendo um lanche e pagar pouco por isso. Sendo assim, tente aprofundar ainda mais o conhecimento sobre a possível clientela, como hábitos, horários de maior e menor movimento, preços que estão dispostos a pagar etc. Esses dados são muito importantes para potencializar o empreendimento e vender mais.

Concorrentes do quiosque de caldo de cana

A princípio, os concorrentes são todas as lojas que também oferecem um tipo de alimentação, mas na verdade, com um olhar mais atento, é possível verificar que há diversificações. Restaurantes caros e baratos, lanchonetes de grandes marcas conhecidas e outras pouco difundidas, lanches completos e ainda os menos elaborados e mais em conta, como salgados e caldo de cana. É nesse sentido que o dono do negócio deve atuar e reparar quem são os seus concorrentes, quem são as lojas que comercializam os produtos semelhantes aos seus. Caso não haja nenhuma loja perto, ótima notícia e grande oportunidade de sucesso, mas se já houver concorrentes no ponto comercial desejado, é essencial então buscar o que eles não oferecem ou que fazem com insuficiência. Reparando nesses detalhes, fica mais fácil atuar nesses espaços vazios deixados por quem já está no mercado.

Localização do negócio

Como já foi citado, o quiosque de caldo de cana é muito adequado para centros comerciais e shoppings, especialmente no estacionamento deles, onde tem bastante movimentação de pessoas. Isso porque há locais em que as pessoas não chegam a entrar necessariamente no shopping em si, mas passam pelo estacionamento, estão ali por perto porque sempre há pontos de ônibus. Sendo assim, é uma boa opção. O lado negativo de o negócio estar do lado de fora é mais referente aos meses de chuva, já que as pessoas procuram ficar em locais fechados. Contudo, existem modelos de quiosques com a parte das mesas completamente fechada com vidros. Além de ter um visual interessante, garante esse conforto aos clientes.

Divulgação do quiosque de caldo de cana

Quem vai abrir um quiosque de caldo de cana deve investir em publicidade e essa não é necessariamente muito cara, basta saber fazer na medida certa. Por exemplo, será que seria rentável gastar muito dinheiro com um carro de som ou com outdoors e você ainda não tendo capacidade logística de absorver todos os possíveis clientes? Isso é algo que acontece muito: micro e pequenos empresários investem pesado em propaganda e simplesmente não dão conta do recado. Resultado: clientes insatisfeitos e imagem prejudicada. Por conta disso, é interessante em um primeiro momento, investir ali mesmo perto de onde está o quiosque. Distribuir panfletos, próximo ao seu ponto comercial e nas paradas de ônibus ali perto é uma boa opção.

Em um segundo momento, anunciar em estabelecimentos locais ou em jornais de bairro também são ferramentas relativamente baratas e eficientes. Elas vão atingir pessoas que moram perto do empreendimento ou que trabalham ao redor, sendo então passíveis de tornarem-se clientes. Fazer com que o negócio seja bem conhecido por todos requer um estudo aprofundado dos clientes, pois somente assim é possível saber onde eles estão e focar nas mídias que poderão surtir efeito junto a tal público-alvo. Por conta disso, lance mão de pesquisas de mercado.

Dicas de negócio

Como se trata de um negócio do ramo alimentício, é preciso então ter um controle higiênico-sanitário perfeito para alcançar o sucesso. O empreendedor deve aplicar determinadas normas impostas pela vigilância sanitária de cada cidade, além da Resolução-RDC Anvisa nº216/04. Essas regras são excelentes caminhos para fazer com que o dono do negócio produza alimentos saudáveis, reduza perdas e aumente os lucros. Sendo assim, o primeiro passo é procurar a vigilância sanitária local para saber quais são as suas determinações.

Uma segunda atenção que se deve ter é com o cuidado da matéria-prima. No momento em que for comprar a cana, é essencial buscar informações a respeito dos fornecedores, pois eles devem ser confiáveis. Por conta disso, mantenha um cadastro com os nomes, endereços e origem da cana para sempre estar informado sobre a procedência do produto. O armazenamento da cana deve ser feito em locais limpos e ela só pode ser retirada do lugar se for utilizada no mesmo dia. Só faça a quantidade necessária para o consumo imediato, porque isso ajuda a manter a qualidade do produto. Antes de entrar na moenda, a cana precisa passar por uma lavagem feita com água corrente para retirar as sujeiras que ficam por cima dela.

Também é muito importante ter cuidado com os equipamentos e objetos que estejam ligados à cana. A máquina de descascar precisa estar longe de possíveis insetos e sempre deve estar bem limpa e o descasque deve acontecer longe do estoque e de onde o caldo de cana será preparado. Os utensílios envolvidos em todo o processo devem ser lavados e ainda mergulhados em uma mistura desinfetante, que é uma proporção de duas colheres de sopa de água sanitária para um litro de água durante 15 minutos. Depois devem ser enxaguados com água potável.

O transporte do item também deve ser reparado pelo empreendedor. O veículo deve estar em condições plenas de higiene e todo o caminho desde o fornecedor até o quiosque de caldo de cana deve ser realizado em veículos limpos, livres de possíveis insetos. Para não ter cana contaminada no seu negócio, não aceite aquelas que são transportadas junto com outros materiais, com animais ou com produtos químicos. Ao contrário, ela deve estar em veículo coberto e seu transporte deve ser feito em horários mais frescos, assim, com todos esses cuidados, a qualidade é radicalmente diferente se comparada com outras que não sejam submetidas a esses cuidados.

Outra dica muito importante se refere à aparência de quem está manipulando o caldo e vendendo. Usar roupas limpas, ter os cabelos presos e ainda dentro de toucas, usar luvas e sempre higienizar as mãos mesmo usando luvas é fundamental. Esse visual acaba vendendo uma imagem positiva para os clientes e esses se sentem mais seguros mediante essas atitudes.

Screenshot_4 Moedor de Cana Tradicional Elétrico Rolo Inox B-721T Vencedora Maqtron
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Sanduíche natural para vender é uma opção para quem pretende abrir um negócio, já que está presente em quase todas as partes: nas lanchonetes, instituições de ensino, academias, praias, parques e muito mais. O setor de alimentação é uma das áreas que sempre possui demanda, possibilitando o desenvolvimento e lucro de novos negócios, pois ninguém consegue ficar sem se alimentar por muito tempo. De forma mais detalhada, um dos ramos da área de alimentação que conta com uma evolução constante se refere ao hábito de comer fora de casa, o qual corresponde nos dias atuais a aproximadamente 35% dos gastos mensais dos brasileiros. As expectativas indicam que até 2020 a quantidade de refeições feitas na rua passará de uma para duas, sendo o almoço a principal opção, seguida de perto por refeições mais leves como café da manhã e lanches ocasionais. Em virtude desse grande mercado consumidor, surgem a cada dia novos negócios voltados para a área de alimentação com produtos prontos, como é o caso dos lanches, podendo, para isso, serem escolhidas modalidades variadas como franquias ou ainda um negócio feito em casa.

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Como estímulo a esta situação existe ainda a iminência de grandes eventos esportivos que irão acontecer no Brasil os quais irão levar uma grande quantidade de pessoas para as ruas fazendo com que o consumo de alimentos fora de casa seja ainda maior, trazendo boas oportunidades de negócio. Assim, para aqueles que desejam investir suas qualidades profissionais no ramo de lanches e alimentação, uma opção interessante consiste na atuação de vender sanduíche natural.

Características do negócio de vender sanduíche natural

De maneira geral, é possível escolher nas ruas das cidades brasileiras uma grande variedade de lanches e produtos prontos para a alimentação como doces, salgados, hambúrgueres e sanduíches com formulações variadas. Uma das modalidades inseridas no ramo de lanches consiste no sanduíche natural, que ganha a cada dia que passa mais benefícios e qualidades porque oferece a funcionalidade de um alimento já terminado para quem está com fome e se encontra longe de casa ou sem tempo para cozinhar. Além disso, consiste em uma fonte de alimentação saudável com produtos selecionados, mais leves que garantem a manutenção do peso e da saúde de quem comer. E por isso, a escolha de vender sanduíche natural é uma interessante e lucrativa opção de negócio para quem deseja investir no ramo de alimentação e fast food oferecendo facilidade, funcionalidade e saúde de maneira conjunta.

Perfil do empreendedor para vender sanduíche natural

Para as pessoas que desejam vender sanduíche natural, antes de começar a planejar e comprar aquilo que é preciso para iniciar o negócio, é importante verificar se você possui o perfil adequado para conduzir com sucesso esta modalidade de empreendimento. Como toda empresa voltada para a venda de produtos é preciso que o proprietário deste negócio tenha um conhecimento adequado com relação a questões, como o cuidado com a produção dos sanduíches, seu correto acondicionamento e venda. Além disso, é necessário que a pessoa tenha uma boa capacidade para relacionamento interpessoal, bom nível de organização, habilidade para atender bem os clientes e bom humor de maneira geral.

Pesquisa do perfil dos consumidores

Antes de começar a delimitar o seu novo negócio de vender sanduíche natural de forma mais determinada é preciso ainda buscar conhecer de maneira geral o perfil de compra relacionado aos consumidores potenciais de seu empreendimento. Esta ação se faz necessária para verificar o tipo de alimentação neste ramo que será mais atraente para as pessoas, bem como o nível de consumo e custo que as pessoas estão dispostas a arcar com sanduíche natural.

Sanduíche natural para vender fazendo em casa

Apesar desta possibilidade de se inserir no mercado de vender sanduíche natural, muitas vezes a escolha de uma franquia não é adequada para quem está iniciando devido ao elevado custo do investimento a ser gasto para isso e em virtude desta questão muitas pessoas resolvem começar em casa este empreendimento. Os sanduíches naturais são bem populares podendo, neste caso, ser vendidos em uma grande variedade de locais como nas praias, ruas, escolas, universidades, bares, restaurantes, lanchonetes, hospitais e empresas. Por isso, o empreendedor que deseja ganhar um bom dinheiro com este tipo de negócio sem ter que gastar muito pode iniciar suas atividades trabalhando em casa na criação dos sanduíches para, em seguida, vender nos mais diversos lugares mostrados os produtos feitos.

Ao cuidar dos detalhes destinados à vender sanduíche natural com toda a sua organização sendo feita em casa é preciso ter um cuidado adicional bem específico com a higiene e armazenamento dos sanduíches pois isto será essencial para conseguir dar aos clientes uma imagem de qualidade no negócio. Com relação a esta atenção relacionada com a higiene dos sanduíches a serem feitos é necessário escolher produtos com qualidade e boa procedência que sejam acondicionados em locais adequados. Além disso, é preciso garantir que a produção e o empacotamento deste tipo de alimento seja feito seguindo as normas determinadas por setores como a Vigilância Sanitária para evitar problemas como contaminações.

Abrir a própria loja de sanduíche natural

A versatilidade presente neste tipo de negócio específico permite ainda a realização de suas ações em uma loja própria, sendo que o seu processo de organização funciona da mesma forma que a de quem pretende trabalhar em casa com as delimitações mostradas anteriormente. O que deve ser feito de maneira adicional ao considerar o planejamento de quem pretende ter uma loja própria para conseguir vender sanduíche natural se refere à busca por um bom local que contenha as condições e espaços adequados para a execução das atividades inerentes a este tipo de negócio.

Após esta escolha adequada é preciso fazer a aquisição dos materiais e equipamentos necessários para o seu perfeito funcionamento, depois garantir que a decoração e acondicionamento sejam atraentes e interessantes para os seus futuros clientes.

Screenshot_2 Balcão Refrigerado 1,75 m Vitalis GPSV-175 Gelopar
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Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 19 de junho de 2014.

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Antes até mesmo de descobrir como montar um bar você precisa saber se realmente este tipo de negócio é para você. Você deve se perguntar se é realmente o tipo de pessoa que quer possuir e gerir um bar. Claro que você não cuidará do bar sozinho, para gerir um bar você contará uma equipe para ajudá-lo, além de um gerente de confiança. Mas isto não quer dizer que você não terá que estar presente no negócio. Montar um bar exige dedicação e comprometimento. Se você é o tipo de pessoa que prefere lidar com papéis em um escritório, trabalhando na maioria das vezes sozinho, montar um bar definitivamente não é para você. Você precisará conversar com as pessoas, passar de mesa em mesa, nem que seja para dizer “olá” e verificar se está tudo ok.

Outro aspecto do negócio a levar em consideração é o compromisso de tempo e horário de funcionamento do bar. Se você tem família isto pode afetar drasticamente suas relações, então é preciso discutir com a esposa e os filhos a fim de verificar se eles te apoiam e entenderão seus horários e dedicação. Algumas vezes você terá que abrir o bar e ficar lá até 3 ou 4 horas da manhã, isto é muito trabalho e sacrifício pessoal. Assim, você pode montar o bar e depois perceber que o negócio não se enquadra no seu estilo de vida. No futuro, se você é um líder que sabe delegar, tiver um gerente de confiança e uma equipe bem treinada e motivada, você pode trabalhar muito menos e ter um horário mais sadio, mas isto pode levar tempo até chegar neste estágio. Se estes horários podem causar problemas para você, sempre é possível pensar em outro tipo de negócio.

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Localização do bar

Após definido se montar um bar se enquadra nas suas perspectivas e limitações pessoais e familiares é hora de definir a localização. Neste ramo de negócio, estar próximo à concorrência pode ser uma boa opção. Frequentemente, em grandes cidades existem regiões apenas com bares e estar no meio deles pode ser um fator de sucesso. Avalie a vizinhança, fluxo de veículos, fluxo de pessoas, hábitos dos clientes, capacidade de estacionamento e segurança dos possíveis locais para fazer a melhor escolha.

A Criatividade

A criatividade para conduzir e criar novos atrativos, produtos e serviços no bar também pode ser um fator determinante de sucesso. Ter um atrativo pode levar o cliente ao bar a primeira vez, mas não garante o sucesso do negócio. É preciso ter produtos e serviços de qualidade para manter o cliente que visitou o estabelecimento pela primeira vez e torná-lo cliente frequente.

Licença para funcionamento

Se você está abrindo um novo bar, é preciso verificar na prefeitura da cidade se é possível conseguir uma licença para montar um bar naquela região. Seguir recomendações legais sobre venda de bebidas alcoólicas e cigarros para menores de idade também é muito importante para evitar problemas com a lei, que podem causar até o fechamento do estabelecimento. Caso você esteja comprando um bar já estabelecido, verifique se existe alvará de funcionamento e qual o vencimento da licença, condições de renovação, etc. Esta verificação não dispensa toda a verificação fiscal do bar, para isto solicite auxílio de um contador.

Os Fornecedores

Quem serão seus fornecedores de cerveja, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alimentos, papelaria e serviços de limpeza? Quais são os seguros necessários?  Verifique os preços, prazos, qualidade e confiabilidade dos produtos e serviços oferecidos, pois eles afetarão diretamente o resultado do seu bar.

Pessoal

Para montar um bar, o empreendedor precisará de um bom gerente, garçons, um barman, cozinheiros, além de um ajudante para a limpeza.

Gostou da dicas de como montar um bar? Compartilhe com a gente!

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Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 18 de junho de 2014.

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Trabalhar com comida é uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro, pois as pessoas comem pelo menos três vezes ao dia, então é quase que impossível você não conseguir vender. Desta forma, fazer mini pizza para vender é uma ótima oportunidade!

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O primeiro passo é olhar nas redondezas como são seus possíveis clientes, no começo você poderá fazer uma pequena porção de mini pizzas e distribuir pela vizinhança, pois são as pessoas quem irão lhe mostrar se você tem jeito com as vendas. As mulheres, normalmente têm dupla jornada de trabalho, então saiba que trabalhar fazendo e vendendo comida vai tomar muito tempo. É preciso se organizar para que você consiga fazer as atividades domésticas e vender sua comida.

Diferenciando seu trabalho

Use toda a sua criatividade e inove nos sabores oferecidos. Prepare receitas diferentes para sua família experimentar. Como são da família, vão ter livre acesso em dizer onde você está acertando e onde está errando. Você tem duas opções para fazer mini pizzas, congeladas para as pessoas esquentarem em casa ou já pronta, onde você pode vender para estabelecimentos em grande quantidade.

Você também pode oferecer algumas mini pizzas para o dono de algum empreendimento provar e ver quais ele gostaria de vender no seu estabelecimento, sendo que você pode abastecer o estoque semanalmente, assim, ganhará um dinheiro extra divulgará sua mini pizza.

Escolha os locais para vender mini pizza

Você pode vender mini pizzas já prontas também em locais de trabalho, como no horário do intervalo nas escolas ou nos empregos de seus parentes mais próximos, não se esquecendo de deixar sempre o telefone para as pessoas fazerem seus pedidos. Agora tem que haver disposição para andar e vender, porém, quanto mais divulgação, mais trabalho. No começo, aposte em lugares mais perto de sua casa, depois pode contratar outras pessoas, assim sua divulgação aumentará.

Ao fazer mini pizza para vender você já sai no lucro, pois as mini pizzas poderão ser feitas na cozinha da sua casa mesmo, porém uma das opções é comprar a massa já pronta. Você só se preocupará com o recheio. Outra opção para quem gosta muito de cozinhar é fazer sua própria massa, pois muitas vezes fica bem mais saborosa que a massa pronta e você deixará um toque seu na pizza além do recheio.

Fazer mini pizza para vender não é difícil, basta acreditar em seu potencial, e seguir em frente, pois essa pode ser a oportunidade ideal para ganhar dinheiro na sua cidade.

Dicas:

Sua casa e cozinha devem sempre estar impecáveis de organizadas e limpas, pois às vezes têm-se clientes que são exigentes e desejam entrar na cozinha a fim de verificar a higiene local. Utilize sempre embalagens de simples abertura, para facilitar o cliente na hora de abrir a mini pizza. Faça a feira sempre pela manhã, pois os ingredientes da mini pizza estarão sempre fresquinhos.

Quando você for convidada a participar de uma festa infantil, aproveite e presenteie com suas mini pizzas, pois as pessoas convidadas estarão provando seu produto, desta forma, você poderá aproveitar a oportunidade e divulgar seu trabalho artesanal com comidas, distribuindo seus cartões de visita.

Quando algum cliente fizer um pedido grande, dê um pequeno desconto no final, pois cliente que recebe desconto sempre volta. Faça promoções de vez em quando e aproveite sempre as datas comemorativas para ganhar dinheiro vendendo mini pizzas. A dica final é que você faça um curso de higiene e manipulação de alimentos, pois dessa forma você estará mais apto a trabalhar no preparo de seus próprios produtos.

Screenshot_3 Forno Industrial a Gás 80x60cm FIR90 Venâncio
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Fonte: montarumnegocio.com.br.

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De olho na lei que regulamenta a venda de comida de rua em São Paulo (SP), aprovada em dezembro de 2013, a franquia Salgado Mania, da capital paulista, quer expandir sua rede de lojas móveis em vans e cabines de alumínio parecidas com contêineres. Cada unidade da rede pode atingir um faturamento mensal que vai de R$ 55 mil a R$ 65 mil.

A rede vende salgados como coxinha, bolinho de queijo, quibe, esfiha e empada de 20g. Cada quitute sai por R$ 0,69. O combo com cinco unidades custa R$ 2,99, mesmo preço de um brigadeiro ou uma unidade dos demais doces. Já a batata frita (porção pequena) e os hambúrgueres simples custam de R$ 3,99 a R$ 6,99.

O fundador da rede, Gustavo Ely Chehara, 32, diz que a franquia pretende abrir 35 unidades móveis até o fim de 2014. “São modelos de negócio que tendem a crescer por conta da nova lei de comida de rua em São Paulo. Esperamos que outras cidades adotem medidas semelhantes”, afirma.

Segundo a empresa, o investimento inicial de uma van adaptada varia de R$ 119 mil a R$ 169 mil (inclusos taxa de franquia, veículo, adaptação e capital de giro). A cabine, chamada de modelo box, custa R$ 129 mil. No entanto, é preciso ter um carro para levá-la até o ponto de venda.

De acordo com o empresário, o gasto médio de cada cliente é de R$ 5,80 e, para chegar ao faturamento de R$ 55 mil a R$ 65 mil, é preciso realizar entre 9.480 e 11.210 vendas por mês. Chehara afirma, também, que as unidades conseguem atingir este resultado.

O lucro líquido do negócio é de 15% a 20% (de R$ 8.250 a R$ 13 mil). O retorno do investimento vem em 18 meses, de acordo com a franquia.

Segundo Chehara, os veículos que comportam os modelos móveis são o Renault Master, Mercedez Sprinter e Fiat Ducato. Os mesmos modelos podem ser usados para puxar as unidades box, mas precisam de um engate na traseira.

Dependendo do ano do carro, o preço pode variar de R$ 30 mil a R$ 90 mil, de acordo com a tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

O empresário diz que o modelo box é o mais indicado para o franqueado que pretende ter mais de um ponto. “Não é necessário ter um veículo para cada unidade. Um mesmo carro pode levar e buscar várias cabines durante o dia, sem a necessidade de ficar parado ao lado delas o tempo todo.”

De acordo com Chehara, os modelos móveis são uma alternativa para o alto custo do aluguel de imóveis em grandes cidades. “Um aluguel caro reduz o lucro do empresário. Sem este custo, a rentabilidade tende a ser maior”, declara.

No entanto, segundo a sócia-diretora da consultoria Franchise Store, Filomena Garcia, um automóvel tem outros gastos que um imóvel não tem, como combustível, seguro, IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e a própria manutenção do carro.

“É preciso avaliar todas as despesas antes de investir, caso contrário, o empreendedor pode ter gastos na mesma proporção ou ainda maiores com o veículo”, afirma.

Segundo a consultora, cada município tem sua legislação para tratar da venda de comida de rua. Nas cidades em que a atividade não é permitida, o empresário só pode estacionar e vender os alimentos em espaços particulares, como pátios e estacionamentos de empresas.

Por isso, Garcia afirma que o empreendedor deve perguntar ao franqueador e checar com o município em quais áreas ele poderá atuar.

“Se for permitido apenas o comércio em espaços privados de outras empresas, é importante perguntar aos donos desses espaços se eles aceitariam uma parceria para a venda de alimentos no local”, declara.

CUIDADOS AO ESCOLHER UMA FRANQUIA

Tempo de mercado: Verifique há quanto tempo a rede atua no mercado. Se a franquia for nova, veja o número de unidades próprias. É por meio delas que a franqueadora adquire experiência e conhecimento da área que irá transmitir aos franqueados;

Pesquisa com franqueados: As redes são obrigadas a apresentar a COF (Circular de Oferta de Franquia) para os interessados. O documento deve indicar endereço, nome e telefone de franqueados e ex-franqueados. É importante ligar para o maior número possível para saber sobre investimento, faturamento, tempo de retorno e lucro;

Faturamento: Desconfie de número fantásticos. O ideal é avaliar mais de uma franquia do setor que deseja ingressar para ver se os números são similares. Segundo a ABF, o lucro varia de 10% a 15% sobre o faturamento;

Prazo de retorno: A ABF trabalha com o prazo de retorno de 18 a 24 meses para microfranquias, que exigem um investimento mais baixo, e de 36 meses para franquias, que necessitam de investimento maior;

Assinatura de contrato: O negócio só pode ser fechado após o prazo de 10 dias da entrega da COF. O objetivo é evitar a assinatura por impulso. A COF informa o número de franqueados ativos e inativos (nos últimos 12 meses), com telefone, ações judiciais contra a empresa e estimativa de investimento, faturamento etc.

Screenshot_1 Estufa de Salgados W4B Titã
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Screenshot_2 Tacho para Fritura Elétrico 7 Litros C/IN Venâncio
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Fonte: economia.uol.com.br.

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Zé Catral

Foto: Divulgação.

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1- Reconhecimento da Festa

 

Quantas pessoas vão participar?

Esta informação é muito importante, pois é ela que determinará o tamanho ideal do local da festa, a quantidade de seguranças, a quantidade de comida e bebida, a quantidade de brinquedos, barracas e etc…

Que idade têm essas pessoas?

Esta resposta poderá indicar o horário mais propício para a realização do evento. Por exemplo: para crianças das 12hrs às 17hrs, para adolescentes e adultos das 16hrs às 21hrs, para famílias das 13hrs às 18hs.

Qual o tempo de duração?

O tempo ideal é de 5 horas, pois estará em sintonia com os horários oferecidos pela maioria dos fornecedores de serviços, evitando taxa extras. Este período também evitará desperdícios e exageros. Deixará também um gostinho de “quero mais” para o próximo ano.

Haverá pagamento para o consumo e entrada ou será tudo gratuito?

Em Todos os casos indicamos o uso de convites e fichas, pois a organização será mais eficiente e o desperdício menor.

2- Local, data e horário

 

Local

O local deverá ser adequado ao número de convidados. Deverá ter um valor de locação compatível com o mercado, segurança, banheiros apropriados, acessibilidade para deficientes, localização de fácil acesso para ônibus e automóveis.

Data

Evite os dias mais comuns como o Dia de Santo Antônio, São João ou São Pedro, pois nesses dias é mais difícil negociar preços de serviços e o comparecimento poderá ser menor em decorrência da diversidade de opções.

Horários

O horário deverá ser escolhido levando-se em consideração a idade dos participantes e as necessidades técnicas do evento.

3- Som

Este item é fundamental, muitas organizações o deixam de lado, se preocupam muito com outros quesitos e pouco com o som. Contudo, o som é um dos principais instrumentos para o sucesso de um evento. Ele ajuda muito a organização e o desenvolvimento do evento. Dicas: contrate um DJ experiente em festas juninas. O som tocado deve ser sempre, forró, baião, xote músicas regionais, etc. Criações de Luiz Gonzaga, Mário Zan e Lamartine Babo são sempre bem apreciadas. Se possível, contate sanfoneiros, forrozeiros, etc.

Faça uma reunião com o DJ para combinar a trilha sonora para a quadrilha e outras danças. Exija do DJ uma cópia em CD destas músicas evitando contra tempos. Utilize um sistema de som com recurso administrativo e informativo, isso lhe ajudará muito.

4- Barracas de comida e bebida

Monte um cardápio variado com comidas típicas. Distribua pratos individuais, acondicionados em saquinhos de papel e potinhos descartáveis. Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento.

Amendoim torrado, amendoim doce, bolo de amendoim, paçoca, pé de moleque, canjica;

Biscoito de polvilho;

Cachorro-quente;

Churrasco;

Milho cozido, pipoca, bolo de milho, curau, pamonha;

Pastel;

Salgadinhos diversos;

Crepes;

Sanduíches diversos;

Arroz doce, algodão doce, batata doce;

Churros;

Bolo de fubá, bolo de pinhão, bolo de mandioca, bom-bocado, broa de fubá;

Cocada, doce de abóbora com coco, doce de leite;

Espetinhos de fruta com chocolate;

Maçã do amor;

Água, cerveja, chocolate quente, quentão, sucos, vinho quente, refrigerante;

– O bolo pode ser gelado e embrulhado em palha de milho (parecendo pamonhas), além de colocados dentro de um enorme chapéu de palha sobre a mesa onde deverão ter pratinhos de cerâmica.

– Sirva suco de uva ou outro sabor para as crianças, e para os adultos, quentão e vinho quente.

– Sirva os alimentos acondicionados em guardanapos e/ou pratinhos descartáveis. Os alimentos expostos devem ser cobertos com tela. Os colaboradores das barracas de alimentos e bebidas devem usar luvas e toucas de cabelo descartável.

5- Decoração do Local

A decoração pode ser feita de papel de seda, crepons, e tecidos chita, TNT, entre outros materiais baratos. Tudo deve ser simples, rural mesmo, com muita bandeira, adereços da época, etc. Não se esqueça de reservar material da decoração para as barracas dos fornecedores, pois estas quase nunca estão de acordo com o ambiente.

As cores devem estar em sincronia com o tema da festa, por exemplo, “Tema Copa do Mundo”, cores verde e amarelo, bandeirinhas, barracas etc.

Não esquecer também de que as placas informativas, tão necessárias no local do evento (sanitários, nome das barracas, berçário, caixas, etc.), também fazem parte da decoração e como tal devem estas de acordo com o ambiente.

6- Colaboradores

É necessário identificar todos os colaboradores que trabalham no evento, diretos ou terceiros. O uso de crachá é indispensável, nele deve constar o nome, a função e a equipe.

Equipe Direta

Realize reuniões para estabelecer a função de cada um durante o evento.

Monte um esquema de revezamento, possibilitando momentos de descanso e alimentação. Ofereça um vale alimentação para os colaboradores, mesmo terceiros. Faça organograma de horários (chegada, saída).

Crie e divulgue antecipadamente um script para o evento, assim todos saberão o que vai acontecer e quando vai acontecer.

Equipe Terceiros

Crie uma lista de regras de comportamento, obrigações, uniforme e faça com que cada fornecedor tenha ciência da mesma. Imprima cópias e distribua no dia do evento para os terceiros.

7- Convites e Fichas

Convites Gerais: Cartazes colocados no saguão do condomínio ou no quadro de avisos no caso de Empresas.

Convites Individuais: Muito embora o primeiro caso seja muito eficiente e a maiorias das pessoas possam ser atingidas, é de muito bom tom e eficiente fazer convites individuais (mesmo que familiares), pois além de estabelecer uma cumplicidade, pode ajudar muito na organização do evento.

Os convites devem ser adequados a cada evento, no caso especifico, ele pode ser confeccionado com materiais baratos como cartolina, papel cartão, ou algo assim. Nele devem constar: data, local, horário, número de convidados por convite, numeração para possíveis sorteios e avisos gerais.

Fichas: Confeccionar as fichas somente no dia anterior ao evento, não importa o papel, mas se a cor for incomum ajuda: Isso ajudara a evitar falsificação.

Oferecer venda antecipada com desconto para pacote: Isso ajuda muito no custeio do evento e na negociação com fornecedores.

As fichas devem ter valores e não o nome dos produtos, isso facilita a opção do participante.

Não se esqueça de conseguir troco junto ao banco e manter uma calculadora em cada caixa.

Cada barraca deverá ter uma caixa lacrada para receber as fichas. Isso facilita a conferência, a prestação de contas e os dados que poderão ser usados futuramente.

O final do evento deverá deixar tempo suficiente para os acertos com os fornecedores: ordem, sala e horários, previamente combinados. De preferência vários conferentes, mesmo que somente um pague.

Lembre-se, no próximo ano você precisará novamente dos bons prestadores de serviços e dos colaboradores.

No caso de distribuição gratuita (exemplo: Festa de empresa)

Festas organizadas devem ter distribuição de fichas, pois elas ajudam na organização e evitam grandes desperdícios. Aquele conceito de que a distribuição sem controle demonstra força e grandiosidade já se tornou ultrapassado. Os próprios funcionários vão perceber os desperdícios e não a grandiosidade. Com o controle por fichas, a negociação com os fornecedores fica muito mais simples e vantajosa.

A Empresa pode ser generosa na distribuição das fichas e assim demonstrar grandeza.

8- Trajes e maquiagens

Os trajes também são um elemento imprescindível em uma Festa Junina. Para que todos entrem no clima da festa, é importante que venham caracterizados com trajes típicos.

Traje Masculino:

Calça jeans ou de sarja;

Tênis ou bota;

Camisa xadrez;

Chapéu de palha;

Lenço colorido;

Retalhos costurados na camisa e na calça;

Barba e bigode desenhados com lápis de olho.

Traje feminino:

Vestido estampado decorado com rendas e retalhos;

Sapato ou sandália;

Lenço, flores ou chapéu;

Cabelos trançados;

Batom e blush leves;

Pintinhas nas bochechas feitas com lápis de olho.

9- Barracas das Brincadeiras

Quase todas as barracas de brincadeiras oferecem prêmios. No Caso de empresas, os prêmios (prendas) podem ser produtos da própria empresa, ou de fornecedores. No caso de compra, os produtos têm de ser atrativos, porém de baixo custo. Exemplo de Prêmios:

Brinquedos: bolas de vários tamanhos, bonecas, joguinhos (dominós, petecas, damas, etc.)

Utilidades domésticas: jogos de copos, talheres, pratos, conchas, etc.

Sugestões de barracas:

Tiro ao alvo – tem de todo tipo: latas empilhadas, boca do palhaço, alvo redondo… Obviamente, quem conseguir acertar o alvo leva o prêmio.

Jogo das argolas: coloque várias garrafas em um dos cantos da sala para que as crianças tentem acertar argolas. Delimite a distância com que as crianças deverão fazer as tentativas, passando fita crepe no chão.

Pescaria: pode ser na água ou na areia. Os pescadores têm que conseguir pegar os peixes, que correspondem a diferentes brindes. Recorte peixinhos e outros animais marinhos em uma cartolina. Com fita adesiva, cole um clipe em cada bichinho e finque-os em uma bacia com areia.

Brincadeiras

Quadrilha: nas Festas Juninas, a música que geralmente é tocada durante a quadrilha é “Festa na roça”, de Mario Zan. Mas, se você não tiver essa música disponível, coloque outra que seja bem tradicional e vá coordenando a dança.

Correio elegante: usando cartolina de diversas cores, faça pequenos cartões em formato de coração, de balão, redondo ou quadrado e coloque-os em uma cestinha. Os próprios participantes poderão escrever mensagens para os amigos, mas sem se identificar. Um adulto ou uma criança entrega a mensagem para o destinatário, que deverá adivinhar quem a escreveu e poderá mandar um recado de volta.

Cadeia: brincadeira da cadeia, em que pagamos para prender nossos amigos ou as pessoas que estão atrapalhando a nossa diversão. Você paga e os policiais prendem quem está te incomodando. É você quem decide quanto tempo dura a prisão.

Pular a fogueira: as crianças pulando a fogueira de papel laminado.

Corrida de três pés: cada jogador amarra a sua perna esquerda à perna direita do parceiro e, assim, os dois pulam até a linha de chegada. Ganha a dupla que chegar antes.

Bingo: compre um jogo de bingo em qualquer loja de brinquedo e coordene a brincadeira. O vencedor leva para casa uma prenda.

Corrida com ovo na colher: cada participante corre equilibrando um ovo cozido numa colher até chegar à linha de chegada.

Mímica: Utilize um chapéu de palha para colocar vários papéis dobrados com as letras de músicas juninas. Seu convidado deve retirar um dos papéis. Somente com o uso de mímica, ele deve passar ao grupo a música “pescada”.

Outras brincadeiras: gincanas, toca do carrinho, vira lata, canaleta, corrida de saco, pau de sebo, casamento.

Brinquedos: touro mecânico, bingo, pau de sebo, cadeia, tobogã, banho na boneca, martelo de força.

10- Tema

A cada dia fica mais comum inserir um tema às festas, e no caso das festas juninas, não é diferente. O tema deve ser mudado todo ano com o objetivo de aumentar o interesse e a expectativa dos participantes. Temas atuais costumam a fazer sucesso, contudo sem esquecer de levar em consideração os aspectos culturais e folclórico.

11- Barracas e Estrutura

Este item é um daqueles em que é sempre melhor terceirizar, pois existem empresas no mercado que fornecem a locação de barracas adaptadas às necessidades do evento. No caso das Festas Juninas, existem barracas que já vêm equipadas com utensílios para jogos.

12- Danças

Algumas músicas clássicas que não podem faltar:

Capelinha de melão, de João de Barros e Adalberto Ribeiro;

Olha pro céu, meu amor, de José Fernandes e Luiz Gonzaga;

Pula a fogueira, de João B. Filho;

Cai cai balão (autor desconhecido);

Sonho de papel, de Carlos Braga e Alberto Ribeiro;

Pedro, Antônio e João, de Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago;

Festa na roça, de Mario Zan.

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Fonte: dicasparaorganizareventos.blogspot.com.br.

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Zé Catral

Foto: Divulgação.

Ofertas válidas somente para a data da publicação. Data: 5 de junho de 2014.

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O começo dessa atividade consiste apenas em definir seu local de trabalho, mas é importante ter em mente que esse espaço deve ser mais ou menos adequado ao seu trabalho, podendo ser na sua própria cozinha ou em um espaço criado especialmente para seus produtos.

Estudar um pouco mais esse ramo para poder vender chocolate caseiro com eficiência é algo muito recomendado também, então faça um curso de bombons, por exemplo, para aprender novas técnicas e oferecer muito mais qualidade a seus clientes.

A verdade é que mesmo se tratando de algo simples e que muitas pessoas já sabem como fazer, você precisará ser o mais profissional possível nesse ramo, caso queira realmente vender seus produtos e não produzir somente para seu consumo.

Dicas para vender chocolate por encomenda

Vender chocolate caseiro não é algo tão complicado como muitos pensam, mas vale a pena estudar as melhores formas de venda na sua cidade com o intuito de obter bons resultados em sua atividade.

Se você mora em uma cidade de grande movimento e com poucos concorrentes nesse ramo, por exemplo, poderá facilmente produzir chocolates caseiros para eventos regionais e trabalhar assim com encomendas em grandes quantidades.

O ideal é que você mesmo ofereça seus produtos a potenciais clientes ou aproveite os meios de comunicação na sua cidade para divulgar o que você faz. Isso tende a gerar um bom aumento nas suas vendas por encomendas. Oferecer seus produtos para supermercados, panificadoras e sorveterias também são boas ideias.

Vendendo chocolates caseiros na rua

Vender chocolate caseiro na rua também é uma opção muito bem vinda e que gera resultados muito satisfatórios para algumas pessoas, então procure trabalhar em praças ou locais de grande fluxo de pessoas. Isso irá favorecer muito no crescimento das suas vendas.

Com certeza, esse será um trabalho bem mais cansativo, pois além de preparar seus produtos terá a necessidade de sair pelas ruas para vendê-los, porém você estará lidando diretamente com muitas pessoas e isso favorecerá muito na frequência de vendas.

Trabalhar em frente a escolas ou faculdades também pode ser uma opção bem interessante para se analisar.

Como vender chocolates em casa

Também é possível vender chocolate caseiro em casa e essa é uma pratica já feita por muitas pessoas atualmente.

O certo é que se você mora em um local com uma quantidade agradável de pessoas que podem se interessar pelos seus produtos, a tendência de que seu trabalho venha a gerar lucro é maior.

No inicio, você pode montar uma barraquinha na porta de casa durante a noite ou mesmo aos finais de semana para vender seus produtos. Na verdade essa é uma atividade bem simples e que pode ser feita até mesmo nas suas horas vagas.

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Fonte: montarumnegocio.com.

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Zé Catral

Foto: Divulgação.

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